Facebook, Twitter, Microsoft e Youtube fazem acordo para retirar conteúdo que incentive o terrorismo

As grandes Microsoft, Facebook, Twitter e YouTube fizeram um acordo para identificação e retirada de conteúdos vistos como de caráter terrorista upados em suas plataformas. Essa não é a primeira vez que se juntam para algo semelhante, tendo em vista que em maio iniciaram uma campanha com o compromisso de identificar conteúdos que contenham discursos de ódio com a União Europeia.
Nos sites das plataformas, as empresas vão criar banco de dados com “impressões digitais” de fotos e vídeos com mensagens ou propaganda que incentivem ou recrutem “terroristas” retirados de suas plataformas.
Ao compartilhar estes dados entre nós, podemos utilizar as impressões digitais para a identificação de conteúdo de potencial terrorista que estiver upado nas plataformas. Vale ressaltar que o conteúdo não será deletado automaticamente, cabendo as empresas avaliarem o seu teor, identificando aqueles que violam as regras. Dessa forma cada uma das plataformas decidirá se vai ou não incluir aquele conteúdo no banco de dados compartilhado.
Por bem ou por mal
A nova iniciativa ocorre após sete meses que as mesmas companhias entraram em acordo com a União Europeia e EUA que solicitaram para que elas pudessem intensificar seus esforços contra a propaganda jihadista na internet. No domingo, a Comissão Europeia mandou mensagem ao Google, Facebook, Twitter e Microsoft para que fossem mais ágeis no combate a discursos de ódio ou terão de se submeter a leis que os obriguem a isso.
Em maio, as companhias aderiram de forma voluntária a um código de conduto na comunidade europeia em que seriam retirados conteúdos contendo discurso de ódio. O acordo viabiliza um maior empenho juntamente as organizações civis e a criação de “contranarrativas”.
O código é uma cooperação para conter manifestações terroristas e incitação ao ódio em suas plataformas. Entre as medidas estão a criação de ferramentas que permitam que outros usuários possam reportar esse tipo de conteúdo, além do treinamento de funcionários para tratar dessas questões.
Apesar das tratativas, um relatório conduzido pela comissária de justiça da UE, Vera Jourova, demonstrou que muito pouco foi feito a respeito do código, que está longe de ser satisfatório – informa a agência de notícias France Presse.
Segundo a comissária de justiça, na prática, essas companhias não deram a devida atenção a problemática e estão longe de atingir a meta. Elas somente revisaram 40% dos casos em menos de 24 horas. Após 48 horas, o percentual é de quase 80%, o que mostra que a meta pode ser alcançada se houver mais esforço por parte das companhias.
Se Google, Facebook, Twitter e Microsoft não se esforçarem mais, podem ser criadas leis que os obriguem a isso. As empresas, por sua vez, querem convencer o governo que uma abordagem fora da esfera legislativa possa funcionar.

Bebês que nasceram por cesárias podem dificultar o parto normal das próximas gerações

De acordo com pesquisa, o procedimento médico pode ter possibilitado o nascimento de crianças que são grandes demais para nascer por parto normal. Com o passar do tempo, os filhos desses bebês tenderam a causar a mesma dificuldade.

O número de cesárias tem crescido em todo o mundo. Entre 1990 e 2014, estima-se que o número de partos por cesárias tenha aumentado em 12,4% (de 6,7% para 19,1%) no globo, provocando grande preocupação nos órgãos reguladores.

No Brasil, a situação é ainda mais alarmante. De 2000 para 2016, o crescimento foi de aproximadamente 40% (de 38% para 57%), tendo conquistado, de acordo com a OMS, a primeira posição do mundo em frequência de cesárias.

Esses valores indicam que boa parte dos nascimentos não passa pelo processo fisiológico normal do parto. Para ocorrer o parto normal, é necessário que exista uma proporção adequada entre o tamanho do bebê e o canal pélvico materno. Caso contrário, o trabalho de parto pode ser obstruído, causando sérios riscos para a mãe e para o filho.

Um estudo realizado com base em análises estatísticas publicado na revista Pnas mostrou que atualmente os riscos do parto normal tornaram-se ainda maiores. O trabalho indicou que a desproporção entre o canal pélvico feminino e o tamanho do bebê sofreu um acréscimo entre 10 a 20% nos últimos anos, provavelmente devido ao aumento no número de cesarianas.

Acredita-se que muitos dos bebês que nasceram por cesárias eram excessivamente grandes para atravessar o canal pélvico materno, de modo que eles causariam complicações caso houvessem nascido por parto normal. Com a adoção das cesárias, essas crianças nasceram sem dificuldades e sobreviveram em uma frequência muito maior do que a esperada.

Com o passar dos anos, elas atingiram a idade adulta e transmitiram suas informações genéticas aos seus filhos, que também teriam um tamanho desproporcional em relação ao canal pélvico. Assim, seria estabelecido um ciclo de dependência em relação ao parto por cessaria.

Contraponto

Apenas duas situações são consideradas indicações absolutas para cirurgia de cesariana pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia: a desproporção céfalopelvica, já citada acima, e a apresentação prévia da placenta (implantação da placenta na parte mais baixa do útero).

Essas duas condições ocorrem em baixa frequência na população e não justificam o grande aumento no número de cesárias.

Acredita-se que o crescimento na frequência de cesárias explica-se por fatores como: medo da dor do parto normal, falta de leitos na maternidade e de profissionais disponíveis, falta de informação por parte das mães e até devido à baixa remuneração dos profissionais médicos. Nesse último caso, os médicos prefeririam as cesárias por conseguirem controlar com maior facilidade os seus horários.

Fontes:
http://bit.ly/2hdGnFH
http://bit.ly/2gLg7S6
http://bit.ly/2hbn0Jm
http://glo.bo/1Ds91VS
http://bit.ly/2hbidrc

UM CAMINHO PARA O SUCESSO NA GESTÃO DE PESSOAS E DUDA MELZER

Com um total domínio das competências em negócios e das competências em pessoas é natural que haja excelência em execução e assim como Baden-Powell que dizia: “vocês devem guiá-los, e não empurrá-los”, Duda Melzer acredita que a gestão de pessoas transcende ao “pessoal do RH” e que toda a empresa, em especial as chefias, deve estar comprometida em motivar, desenvolver novas habilidades nos seus subordinados, reconhecer empenho, reter, e até mesmo saber o jeito certo de demitir.

Assim o setor de RH deve ser o agente facilitador, enfatizando a cultura empresarial e envolvendo o comando da empresa afim de que se possam obter resultados expressivos no aumento da produtividade e melhoria na qualidade de vida dos funcionários.

“Sou um apaixonado por pessoas, por estar perto de gente, de quem trabalha comigo. Adoro meu trabalho, minha família e adoro buscar minha felicidade, também fazendo com que outras pessoas conquistem suas felicidades”.

Duda Melzer

A imagem do gestor deve ser vista como um modelo a ser seguido por todos os colaboradores. Para ser um bom líder, é preciso distinguir bem as pessoas e seus perfis, descobrindo suas habilidades para saber motiva-los e inseri-los em um bom ambiente de trabalho.

CAMINHO

Ter sempre uma visão inovadora e dinâmica, daquelas que projetam novos e promissores caminhos pensando principalmente no capital humano como base do sucesso empresarial, incentivando a liderança colaborativa e contributiva sem perder o espírito empreendedor é o caminho para o sucesso na gestão de pessoas.

E foi assim, com foco na sustentabilidade, evolução dos negócios e pensando no crescimento do país que em 2015, acabou sendo eleito para compor o rol de líderes do Cambridge Institute for Family Enterprise, uma lista que reúne anualmente vinte e cinco jovens executivos pertencentes a famílias importantes no meio empresarial global, responsáveis pelos negócios da companhia além de serem vistos como exemplos para a sociedade.

RESULTADO

Premiações & Nomeações

  • 2015 – Empreendedor do Ano (Ernst e Young), na categoria Family Business;
  • 2015 – Destaque na lista de líderes do Cambridge Institute for Family Enterprise (CFEG);
  • 2015 – Premiado com o Mérito em Administração, no setor Privado;
  • 2013 – Empresário de Comunicação do Ano da Semana ARP de Comunicação;
  • 2011 – Premiado pelo portal Coletiva.net, na categoria Gestão de Marketing/Comunicação/ Grupo de Comunicação;
  • 2009 – Destaque Profissional da Associação Brasileira de Propaganda (ABP), na categoria Executivo de veículo;
  • 2006 – Profissional de Veículo no prêmio Caboré.

Membro das entidades

  • 2005 a 2008 – Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar);
  • 2005 a 2007 / 2009 a 2013 – Conselho Executivo das Normas-Padrão (CENP);
  • 2015 – Conselho da Bienal do Mercosul;
  • 2015 – Conselho da Fundação Iberê Camargo.

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Saiba mais sobre o empresário: http://eduardosirotskymelzer.com

 

 

Bailarino morre durante espetáculo e público pensa que faz parte da apresentação.

apresentação de um espetáculo e morreu no palco, na última segunda-feira(5).
A tragédia aconteceu em Urus-Martan (Chechênia, Rússia), enquanto executava uma dança típica dos Lezgins, grupo étnico predominante no Cáucaso, em uma homenagem às mães.
A cantora Liza Akhmatova, assim como também a platéia, a priore pensaram que fazia parte do espetáculo, tanto que ela continuou interpretando a canção e dançando em volta do corpo do companheiro, chegando, inclusive, a pedir aplausos do público para a performance do dançarino.

 

Em seguida, ao notar que o corpo não se movia, abaixou e disse: ” Ei, ele parou”. Neste momento o palco foi tomado pela equipe que tentou reanimá-lo. O atendimento médico foi rápido, porém ele já estava morto. De acordo com relatos dos colegas que estavam presentes no local, ele já apresentava histórico de cardiopatia, porém, ainda assim, havia decidido continuar nos palcos. Ele também dava aulas de dança para crianças.
Khusainov, não foi o único artista a morrer no palco durante este ano. Em maio, o baterista Nick Menza, da banda de heavy metal Megadeth, teve morte súbita aos 51 anos, enquanto tocava com a banda OHM no Baked Potato em Studio City, California . Estavam tocando a terceira música do setlist no momento em que ele desabou. Chegaram a tentar reanimar o músico injetando adrenalina e fazendo desfibrilação por cerca de 25 minutos. Acredita-se que o músico tenha sofrido ataque do coração.
Outra tragédia aconteceu em abril com a cantora Irma Bule de 29 anos, que morreu ao ser picada por uma cobra em apresentação na Indonésia. Segundo relato de um fã que estava na plateia, ela teria pisado, sem querer, no rabo da cobra,o que teria irritado o animal. Mesmo assim, a cantora rejeitou socorro médico, pois de acordo com a mãe da moça, ela era acostumada a dançar com esses répteis e, por esse motivo, poderia ter imaginado que a cobra não fosse venenosa. Continuou o show, cantando e dançando, até que começou a vomitar e ter convulsões. faleceu 45 minutos após ter sofrido a picada fatal.
http://glo.bo/2hKmphZ
http://glo.bo/1YOEFpY
http://bit.ly/2gERPu2